Releases

Cinema Mundo . segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Encerramento do V Cinema Mundo atrai grande público

O encerramento do V Cinema Mundo – Festival Internacional de Cinema de Itu atraiu um público de aproximadamente 400 espectadores ao Espaço Fábrica São Luiz, onde o evento foi realizado, na noite do último sábado, dia 03. A exibição inédita do longa-metragem “O Gerente”, de Paulo Cezar Saraceni, marcou oficialmente o fim da programação que teve início na quarta-feira, dia 30, e registrou a participação de mais de 2 mil pessoas no decorrer da semana.
“Este número superou todas as nossas expectativas. Tanto que já estamos pensando na próxima edição do festival com o objetivo de proporcionar a cada ano mais filmes como os que muitos puderam assistir desta vez”, revela Renata Saraceni, idealizadora do Cinema Mundo. Ela considera uma benção poder promover o encontro entre profissionais tão prestigiados como Carlos Reichenbach, Luiz Rosemberg Filho, Ricardo Miranda, Joel Yamaji, Andrea Tonacci, Cristina Amaral, Sérgio Santeiro e Sérgio Alpendre.
A cerimônia também contou com a premiação das obras vencedoras das Mostras Competitivas realizadas durante o festival. Os títulos de melhores filmes ficaram para “Rái Sossaith”, de Thomate, na categoria de Curtas Raiz; “Breviário da Decomposição”, de Davi Queiroz, na categoria de Curtas-Metragens; “Post Mortem”, de Pablo Larraín”, na categoria de Longas-Metragens. Já o Prêmio Especial de Júri ficou para “O Céu no Andar de Baixo”, de Leonardo Cata Preta”, enquanto o Prêmio Júri Popular ficou para “Comunhão”, de Marcelo Camargo Aguiar.
Na ocasião o cineasta Carlos Reichenbach, que possui uma filmografia de mais de 40 anos, comparou o Cinema Mundo com o festival de Brasília em seus tempos áureos. “Só pela seleção destes emocionantes filmes de exceção, Itu pode estar incorporando o espírito de Brasília, de Fernando Adolfo”, declarou, fazendo referência às seguintes produções: “Desertos”, de Luiz Rosemberg Filho; “Tamboro”, de Sérgio Bernardes; “O Diário de Simonton”, de Joel Yamaji e Jader Gudin; “Djalioh”, adaptado de Flaubert; e “O Gerente”, de Paulo Cezar Saraceni.